Quem você quer ser: Baleia ou Sereia?

O mundo atual, a mídia e a sociedade criaram esteriótipos de beleza na qual as pessoas que não se enquadram nestes são “deixadas de lado”, resultando em um desconforto e até mesmo preconceito para os que estão fora do padrões estabelecidos.
Não devemos sofrer por isso, temos de ficar em paz com o espelho, gostar daquilo que estamos vendo. Um dia nas ruas de São Paulo estava um cartaz com uma foto de uma moça escultural e a seguinte frase: “Neste verão, você quer: Sereia ou Baleia?”
Uma moça (cujas características físicas não se encaixava na propaganda) enviou uma carta resposta a empresa dizendo “Baleias sempre estão cercadas de amigos, são sexualmente ativas, engravidam e têm as baleinhas mais lindas. Elas são amigas dos golfinhos e gostam de comer camarão, brincam na água, e nadando atravessam os mares, conhecem muitas atrações famosas, como o gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia. Baleias cantam muito bem e ainda tem seus sons gravados, elas são enormes e quase não têm predadores naturais. As baleias têm uma vida bem resolvida, são lindas e amadas por todos.”
“Já as sereias não existem. Se houvessem viveriam em crise existencial constante. “Sou um peixe ou um ser humano?”. Elas não têm filhos, pois matam os homens que ficam encantados por sua beleza. Não descansam por um segundo, pensando em sua aparência externa. Quem quer se aproximar de uma mulher que cheira a peixe frito e não tem covinha como os salva-vidas?” Prefiro ser baleia e feliz do que sereia triste e solitária, prefiro desfrutar tranquilamente de um sorvete ao lado de meus filhos , tomar um copo de vinho com um homem que me faz feliz e comer uma deliciosa pizza com os amigos que me amam pelo que sou!”
Estamos na época de mulheres anoréxicas e bulímicas, a imprensa, revistas, cinema e televisão colocou em nossas cabeças que só quem é magro é bonito, esta mensagem traz nova esperança para aqueles que não estão dentro dos padrões. “O verdadeiro caminho para a felicidade é escolhido por nossa capacidade de amar e não pelo que representamos exteriormente”.





