Educar com Afeto

Educar com AfetoEducar com Afeto: Perante os dias agitados pelos quais perpassa a sociedade atual, só existe uma maneira eficiente de fazer com que surja um novo tempo. A boa e afetuosa (latim= affectur = afetar, tocar) educação.
Somente através da uma educação fortalecida, respeitada e amorosa poderá surgir um ser humano “reconstruído” em uma sociedade cada vez mais competitiva, agressiva e muitas vezes solitária. Para que possa surgir assim o humano “ser” e não apenas o “ter”.

É sabido que pessoas de bem, fazem coisas boas! Pessoas amadas fazem coisas amorosas! E não há como ser diferente.
Então educar não significa apenas transmitir padrões sócio-culturais, nem acompanhar o desenvolvimento físico-intelectual da criança ou ainda, passar uma série de informações pela instrução formal, complexa e quantitativa.
A educação é abrangente, e para ser bem entendida, ela consiste em formar seres que predominem em suas virtudes, e ainda, cuida de forma pontual do duplo aspecto genuinamente humano: o espiritual e o físico.

A violência hoje se espalha por todos os cantos e produz as adversidades, tendo como “alimento” uma sociedade onde o ser humano vem perdendo o senso de fraternidade, de solidariedade, de família e do olhar. E isto ocorre devido a diversos fatores, como:

  • Indiferença a cultura e tradições;
  • Conflitos de opiniões, imposições do intelecto sobre o sentimento;
  • Á robotização que transforma o ser humano em máquina, repetindo atividades que lhe destroem a capacidade de criar, de enriquecer-se de valores espirituais e morais.

Educar, no sentido que o termo exige, é: desenvolver, cultivar, fazer germinar, elevar, desenvolver, não de maneira unilateral, mas de forma integral, para que o educando possa ser o cidadão honrado que todos desejamos encontrar.
E para que se atinja esse grandioso objetivo é necessário, antes de tudo, duas premissas básicas:

  • Amor;
  • Auto-educação.

Amar para Educar e Auto Educar para Amar!
Aos pais não basta amar, é necessário e importante que seu amor seja firme, sem tirania, e ao mesmo tempo, terno e afetuoso, mas sem pieguices.
Aos mestres não basta instruir, transmitir informações áridas, vazias, sem significados, e sim com um real enriquecimento do conteúdo, mais o tempero do seu afeto e interesse por seu aluno.
Confirmando assim, a importante e precisa parceria, família e escola.
Pois o amor que não se expressa na ação, se assemelha a um rio congelado, que continua sendo rio… Mas perde a sua função principal.
Sem afeto as relações morrem por desnutrição!

Afeto na educação
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