Dê um Basta à Violência Verbal!

Dê um Basta à Violência Verbal!Comentários rudes, discussões agressivas… A violência verbal é uma realidade. E muitas vezes ela é mais insidiosa do que os insultos. Como neutralizar os ataques e conflitos através da palavra? Quais são as chaves para um diálogo livre de estresse?

Todas nós já usamos mal as palavras com alguém ou fizemos comentários afiados como a picada de uma abelha. No entanto, a violência verbal não apenas aparece nesses casos. Às vezes, a nossa forma de falar com as outras pessoas, os excessos de gestos, o dedo em riste ou a escolha de certas palavras nos condena como culpada de agressão.

Sem insultos!

Na verdade, você não é naturalmente agressiva ou vulgar. No entanto, no trânsito ou assistindo a um jogo de futebol, seu vocabulário não fica muito longe de um caminhoneiro.

Você deve eliminar os insultos de suas expressões e rever os adjetivos pejorativos que você profere ainda mais em público. Estas palavras, apesar de muitas vezes não serem ditas para ferir, denotam uma forma de violência. É normal que o comportamento dos demais possa exasperá-la. Isto acontece em todas as famílias e é comum na vida social em geral. A proximidade com os outros exige fazer concessões e aceitar as pessoas como elas são, pois seus comportamentos são diferentes. É inútil ficar chateada por causa de pequenas peculiaridades do seu parceiro, ou ficar resmungando após sua filha passar horas ao telefone.

Não seja demasiadamente direta

No entanto, a violência verbal não se limita unicamente em palavrões ou raiva excessiva. Ela também pode ser encontrada em seu tom de voz ou na forma como você se dirige ao outro. Alguns comentários ou palavras são violentos. Você pode deixar feridas, embora possam parecer invisíveis. Por isso, aquela frase tão antiga, mas verdadeira nos dá uma grande ajuda: “Conte até 10 para falar ou tomar alguma atitude”.

Comunicação não-violenta

Wayland Myers, autor de um livro sobre a comunicação não-violenta, definiu três regras para seguir quando vamos conversar com o nosso parceiro:

  • Descreva os fatos. Não faça sermão para o outro.
  • Seja clara quanto aos sentimentos e as necessidades. Evite as reprovações ou atitudes defensivas.
  • Requeira ações desejadas. Não utilize exigências, ameaças, ordens ou manipulações.

Existem vários treinamentos de comunicação não-violenta destinada a educadores e profissionais que estão em contato com o público. Pra você, nos seus relacionamentos do dia a dia pode parecer supérfluo. No entanto, tente limitar as conversações demasiadamente agressivas e ouvir um pouco o outro.

Você verá que a comunicação sem estresse mudará sua vida. E com certeza você se sentirá mais feliz, afinal ser feliz deve começar de dentro para fora.

Violência Verbal
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